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Polícia procura por desembargador desaparecido há quase 1 mês no Rio

Publicada em: 10/05/2026 09:18 -

A Polícia do Rio está investigando o desaparecimento do desembargador federal Alcides Martins Ribeiro Filho, de 64 anos, que sumiu há quase um mês. De acordo com o colunista Lauro Jardim, do Jornal O Globo, o magistrado foi visto pela última vez no dia 14 de abril, quando sacou R$ 1 mil e pegou um táxi para a Vista Chinesa, famoso mirante na Zona Norte do Rio de Janeiro, no final da tarde. Alcides é desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) e foi afastado do cargo pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em maio do ano passado por suspeita de agressões contra a ex-mulher. Ele chegou a ser levado algemado para a delegacia, após resistir à intervenção policial. Na época, a polícia foi chamada por vizinhos para atender uma ocorrência de lesão corporal contra uma mulher. Ao chegar, teve a entrada liberada por ela e por vizinhos, mas, segundo relato das testemunhas, o desembargador resistiu e foi algemado por estar muito nervoso e agressivo com os agentes.
 
 

O caso envolvendo o desaparecimento de Alcides Martins Ribeiro Filho está sendo tratado com atenção pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Segundo informações divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o magistrado desapareceu após ser visto pela última vez em 14 de abril, quando teria seguido de táxi para a Vista Chinesa, tradicional mirante localizado na capital fluminense.

Alcides Martins Ribeiro Filho atua no Tribunal Regional Federal da 2ª Região e estava afastado das funções desde maio de 2025 por decisão do Conselho Nacional de Justiça, após denúncias de agressão contra a ex-esposa. Na ocasião, policiais foram acionados por vizinhos para atender uma ocorrência de violência doméstica. Segundo relatos, o desembargador teria apresentado comportamento agressivo e resistido à abordagem policial, sendo levado algemado para a delegacia.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre o paradeiro do magistrado nem informações públicas sobre indícios de crime, acidente ou desaparecimento voluntário. A investigação segue em andamento.

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